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Liberdade e Neurobiologia: reflexões sobre o livre arbítrio, a linguagem e o poder político

Autor(es): John R. Searle

Tradutor(es): Constancia Maria Egrejas Morel

Editora: Unesp

de R$28,00

por R$23,80

Disponibilidade: Em estoque

Liberdade e Neurobiologia: reflexões sobre o livre arbítrio, a linguagem e o poder político Liberdade e Neurobiologia: reflexões sobre o livre arbítrio, a linguagem e o poder político

O filósofo americano John Searle deve seu renome internacional às suas obras sobre a linguagem e a mente. Neste livro, ele prossegue aqui seu trabalho no campo da filosofia prática, retomando, dentro de sua perspectiva, questões fundamentais: as da liberdade e do poder político. O que é ser livre? Se incluirmos os conhecimentos da pesquisa contemporânea no domínio das ciências cognitivas e da neurobiologia, devemos incluir um certo tipo de correlação com a hipótese do determinismo. Logo, a questão é : qual deve ser a natureza da mente, como fato físico, para que a liberdade seja possível?

Nota sobre os textos

Livre-arbítrio e neurobiologia
O problema do livre-arbítrio
A ação da consciência sobre o corpo
A estrutura da explicação racional
O livre-arbítrio e o cérebro
A hipótese (1) e o epifenomenismo
Hipótese (2) - O eu, a consciência e o indeterminismo

Conclusão

Linguagem e poder
O poder politico
Edição
ISBN 978-85-7139-785-9
Páginas 104
Formato 12 x 19 cm
Idioma Português

Depois de séculos de reflexão sobre certos temas, em Filosofia, a impressão é a de que ainda não houve progresso suficiente.


As questões do livre-arbítrio e da linguagem, por exemplo, ainda que pareçam resolvidas, apenas transferem a dificuldade para o plano da neurobiologia, colocando-nos diante de um problema neurobiológico que é, em compensação, muito difícil de ser resolvido.


Se é verdade que o problema do livre-arbítrio é relativo a certos tipos de estado de consciência, não admitimos facilmente que esta possa ser apenas uma característica do cérebro, sabendo que, ao contrário da solidez, não é ontologicamente redutível a microestruturas físicas.


Por sua vez, a linguagem é a instituição social de base, porque é necessária para a existência das outras instituições sociais, como o dinheiro, a propriedade, o casamento, o governo e os presidentes. Assim, por meio do exame da linguagem, pode-se considerar, de maneira coerente, a totalidade do mundo, reconciliando ao mesmo tempo o que pensamos de nós mesmos com o que a Química, a Biologia e a Física nos ensinam.


Este livro leva o leitor ao aprofundamento da reflexão sobre o livre-arbítrio, a linguagem e o poder político, sem extrair conclusões definitivas, mas com o objetivo de permitir o exercício de pensar sobre questões ainda tão relevantes para a contemporaneidade.

Esta obra apresenta duas conferências proferidas em Paris, em 2001, nas quais Searle discute, de um lado, as formas de se abordar o problema do livre-arbítrio como questão neurobiológica. De outro lado, procura explicar a ontologia do poder político e o papel da linguagem na constituição desse poder.

* Imagens meramente ilustrativas, não representam fotos reais do produto.